segunda-feira, 8 de junho de 2015

“Devemos ter compaixão para com os pedófilos; e não nos preocuparmos em proteger as crianças.”

É o que dizem especialistas. 
Esse é o “sentimento perverso” que Paulo fala em Rm 1:28

[Fred Berlin, da Universidade de Johns Hopkins, que argumenta em favor da “aceitação e da compaixão por pessoas que sentem atração por menores”, continua o relatório. O relatório se refere enfaticamente a “pessoas que sentem atração por menores” em referência aos pedófilos, e explica que as questões podem ser resolvidas com “informações precisas”. Richard Kramer, que representou o B4U-ACT no evento, sustentou que listar a pedofilia como uma desordem estigmatiza as “vítimas” dessa escolha de estilo de vida.] (1) (grifo nosso).

[De acordo com Barber, os palestrantes da conferência disseram que o Manual Diagnóstico deveria “se concentrar nas necessidades” dos pedófilos e deveriam ter “um foco mínimo no controle social” em vez de um foco na “necessidade de proteger as crianças”.] (1) (grifo nosso).

O mundo está entregue por Deus às suas próprias “concupiscências” (gr. Epithumia) que no texto de Rm 1:24 é a paixão desenfreada por prazeres sexuais proibidos. Nas quais todos nós andávamos.