Sou ex-membro da banda Parto Natural que pregava a divindade do Imperador Hailé Selassié. Na verdade, como historiador e músico passei a amar mais a África do que a Jesus que morreu por negros e brancos. Tinha encontrado nas entrelinhas do rastafarismo, não só uma justificativa para fumar muita maconha, como também, referências históricas para o sofrimento e exclusão da maioria dos afrodescendentes. Graças a Deus, Cristo abriu os meus olhos para a idolatria que estava vivendo, e hoje continuo militando contra a exclusão e racismo, porém, em nome de Jesus, nosso verdadeiro Salvador.
Que o Espírito de Deus possa abençoar a todos!Combina elementos do Cristianismo, Hinduísmo, Nova Era, racismo e Voodoo. Seus seguidores são chamados rastafáris ou Rastaman. Em 1930 o Rastaman Leonard Howell forneceu os seis princípios fundamentais do rastafarianismo:
1.Ódio para a raça branca.
2.A superioridade total da raça negra.
3.Vingança sobre os brancos por causa da sua malícia.
4.Negação, perseguição e humilhação do governo e dos órgãos jurídicos da Jamaica.
5.Preparação para voltar a Africa.
6.Reconhecer o imperador Haile Selaissie como ser supremo e único governante do povo negro. (Barret, E. Leonard, O Rastafarianismo, Pg. 85).
De acordo com Leonard Barret, que é provavelmente a maior autoridade histórica sobre rastafarianismo: