domingo, 7 de novembro de 2010

O LADO OCULTISTA DE C. S. L EWIS QUE A MAIORIA NÃO CONHECE!

"Em Ática, tive certa dificuldade para evitar que Joy e eu recaíssemos no paganismo! Em Dafni, foi difícil não orar a Apolo, o curador. Mas, de alguma forma, talvez você não achasse que teria sido errado."

Problemas com Nárnia: O Lado Ocultista de C. S. Lewis
Autora: Mary Ann Collins, fevereiro de 2006
"Há certo tempo venho me sentindo incomodada com todo esse entusiasmo com Nárnia. Então, em certa manhã, acordei lembrando vividamente de algumas coisas no terceiro livro de As Crônicas de Nárnia. E, agora, reconheço a raiz que tem me perturbado.Li todos os livros de C. S. Lewis, incluindo seus ensaios, suas coleções de cartas, sua ficção científica e As Crônicas de Nárnia. Li a maioria desses livros mais de uma vez, e li As Crônicas de Nárnia várias vezes. Li também todos os livros de Charles Williams porque ele era um amigo íntimo de Lewis, e Lewis elogiava muito os livros dele. Também li todos os livros de George MacDonald, porque Lewis o admirava e elogiava seus livros.

A Viagem do Peregrino da Alvorada é o terceiro livro na série Nárnia. Ele promove diretamente os encantamentos e a magia.
Uma parte da viagem é sobre uma ilha habitada por criaturas invisíveis chamadas Dufflepods. Lúcia usa um encantamento para tornar os Dufflepods visíveis. Ela examina um livro de encantamentos, que é bonito e fascinante. Ela então encontra o encantamento certo, profere as palavras e segue as instruções. Os Dufflepods (e Aslan) então tornam-se visíveis. O encantamento torna Aslan visível e ele fica satisfeito com o que Lúcia fez.


O livro de encantamentos é bonito e fascinante. Um encantamento é ilustrado com gravuras de abelhas; as gravuras tomam vida e as abelhas voam, saindo da página. No mundo de C. S. Lewis, isso não teria causado problemas práticos. Hoje, entretanto, as crianças podem ir a uma livraria e comprar livros de encantamentos escritos por bruxos modernos.


Muitos cristãos estão tratando os livros de Nárnia como se fossem uma alegoria, em que Aslan representa Jesus Cristo e as crianças representam os cristãos. Se você fizer isso com A Viagem do Peregrino da Alvorada, então estará retratando que Jesus Cristo fica satisfeito quando os cristãos recorrem à magia e aos encantamentos. E você estará apoiando a idéia que existe a magia e o encantamento do bem. Entretanto, a Bíblia proíbe claramente qualquer forma de feitiçaria:


"Quando entrares na terra que o SENHOR teu Deus te der, não aprenderás a fazer conforme as abominações daquelas nações. Entre ti não se achará quem faça passar pelo fogo a seu filho ou a sua filha, nem adivinhador, nem prognosticador, nem agoureiro, nem feiticeiro; nem encantador, nem quem consulte a um espírito adivinhador, nem mágico, nem quem consulte os mortos; pois todo aquele que faz tal coisa é abominação ao SENHOR; e por estas abominações o SENHOR teu Deus os lança fora de diante de ti. Perfeito serás, como o SENHOR teu Deus." [Deuteronômio 18:9-13].


No livro, os Dufflepods são governados por um mago. Ele usa a magia para reinar sobre os Dufflepods porque eles ainda não são maduros o suficiente para serem governados diretamente por Aslan. Assim, existe uma magia boa e um mago bom. Esse mago prepara as pessoas para terem um relacionamento com Aslan. Novamente, se Aslan for considerado um símbolo para Jesus Cristo, então a magia prepara as pessoas para serem cristãs. Na nossa cultura moderna, isso significaria que a Wicca é um modo para alguém vir a conhecer Jesus Cristo e se tornar um discípulo de Cristo.


Quando C. S. Lewis escreveu As Crônicas de Nárnia, a Wicca ainda não existia. As crianças que liam os livros não podiam fazer experiências com os encantamentos. No mundo de hoje, porém, as coisas são diferentes. Agora, as crianças estão cercadas por filmes e programas de televisão que promovem a feitiçaria e elas podem conhecer outras crianças na escola que já estão envolvidas com a feitiçaria.


O que acontecerá quando os Estúdios Disney lançarem um filme baseado em A Viagem do Peregrino da Alvorada? As crianças cristãs poderão se sentir livres para praticar a magia. E isso poderá derrubar a barreira entre o cristianismo e a Wicca. Isso poderá "cristianizar" a feitiçaria aos olhos de algumas crianças cristãs.


Existem alguns outros problemas com C. S. Lewis. Ele ensinou muitas coisas boas, mas misturadas com elas estão ensinos que lançam a base para a apostasia.


Para os principiantes na compreensão do homem, há uma citação de uma carta que ele escreveu descrevendo uma viagem que ele e sua mulher Joy fizeram à Grécia, em 1960. Ele escreveu:




Lewis disse também que "o cristianismo cumpriu o paganismo" e "o paganismo prefigurava o cristianismo" [Roger Lancelyn Green, C. S. Lewis: A Biography, Harcourt Inc., 1974, págs. 274 e 30.].


Em sua autobiografia (Surprised by Joy), Lewis conta como, aos 13 anos, ele abandonou sua fé anglicana devido à influência de uma supervisora na escola que estava envolvida com "teosofia, rosa-cruz, espiritismo, e toda a tradição ocultista anglo-americana". E Lewis desenvolveu um "desejo forte" pelo ocultismo que permaneceu com ele mesmo após retornar para o anglicanismo. Ele disse:


"E isso iniciou em mim algo com o que, desde então, de tempos em tempos, tenho tido muita dificuldade — o desejo pelo preternatural, ou simplesmente, a paixão pelo ocultismo. Nem todos têm essa doença; aqueles que a têm saberão o que quero dizer. Eu uma vez tentei descrevê-la em um livro. É uma lascívia espiritual; e, como a lascívia carnal, tem o poder de tornar tudo o mais no mundo parecer desinteressante enquanto ela dura." [Surprised by Joy, Harcourt Brace, 1955, págs. 58-60] [tradução nossa].


Lewis disse que descreveu essa lascívia pelo oculto em um livro. Ela aparece no terceiro livro de sua trilogia de ficção científica. Um personagem citado está no processo de ser iniciado em um círculo mais interno de cientistas que são ocultistas. Eles adoram os demônios, a quem chamam de "macróbios" (imensas e poderosas coisas invisíveis, ao contrário dos micróbios, que são coisas invisíveis e minúsculas).


"Aqui, aqui certamente afinal (assim seu desejo sussurrou para ele) estava o verdadeiro círculo mais interno de todos, o círculo cujo centro estava fora do gênero humano — o segredo máximo, o supremo poder, a última iniciação. O fato que ele era quase completamente horrível não diminuía nem um pouquinho sua atração." [C. S. Lewis, That Hideous Strength: A Modern Fairy Tale For Grown Ups, Collier Books, Macmillan Publishing Company, 1946, págs. 259-260].


"Estas criaturas [demônios] ... arfavam a morte sobre o gênero humano e sobre toda a alegria. Não a despeito disso, mas por causa disso, a terrível gravitação o sugava, arrastava e fascinava em relação a eles. Nunca antes tinha ele conhecido a força frutífera dos movimentos opostos na natureza, que agora o tinha em seu poder; o impulso de reverter todas as relutâncias e desenhar todos os círculos no sentido anti-horário." [That Hideous Strength, pág. 269] [tradução nossa].


Observe que Lewis dizia que tinha problemas com aquele forte desejo pelo ocultismo desde que conheceu a supervisora na escola. Ele escreveu essa afirmação em 1955. Naquele tempo, ele já tinha escrito todos seus livros, exceto três (The Four Loves, Reflections on the Psalms, e A Grief Observed).


Lewis dedicou sua autobiografia a Bede Griffiths, um ex-aluno que se tornou um velho amigo. Griffiths fundou um "ashram cristão" na Índia. Ele dizia que os templos hindus são um "sacramento". E ele dizia: "Ninguém pode dizer no senso correto que os hindus, os budistas ou os muçulmanos são 'incrédulos'. Eu diria que temos de reconhecê-los como nossos irmãos em Cristo." [Randy England, The Unicorn in the Sanctuary: The Impact of the New Age on The Catholic Church, TAN Books and Publishers, 1991, págs. 70-72].


O que Bede Griffiths fez e disse é a conclusão lógica de uma frase que C. S. Lewis escreveu em Cristianismo Puro e Simples:


"Existem pessoas em outras religiões que estão sendo levados pela influência secreta de Deus para se concentrar naquelas partes de sua religião que estão em concordância com o cristianismo e que, portanto, pertencem a Cristo sem saber. Por exemplo, um budista de boa vontade poderá ser levado a se concentrar mais e mais no ensino budista sobre a misericórdia e a deixar em segundo plano (embora ele ainda possa dizer que acredita) no ensino budista sobre outros pontos. Muitos dos bons pagãos muito antes do nascimento de Cristo podem ter estado nessa situação." [Existem muitas edições do livro, e a numeração das páginas varia. Essa citação é do Livro IV, Cap. 10, quarto parágrafo.] [tradução nossa].


Lewis dizia que foi fortemente influenciado por George MacDonald, que era um universalista. O livro de MacDonald, Lilith, está baseado no ensino ocultista que Adão esteve casado com um demônio feminino chamado Lilith antes de se casar com Eva. No fim do livro de MacDonald, Lilith é redimida, e Adão diz que até mesmo o Diabo será eventualmente redimido.


O universalismo aparece em alguns dos livros de ficção de Lewis. Em O Grande Divórcio, Lewis está no céu. Ele fala com George MacDonald e pergunta sobre o universalismo, e MacDonald responde que Lewis não pode compreender isso agora. No último livro de As Crônicas de Nárnia (A Última Batalha), um pagão chega ao céu. (o "País de Aslan") por causa de suas boas obras e de seus bons motivos, a despeito do fato que ele não cria em Aslan e adorava o inimigo de Aslan, um falso deus chamado Tash.


Lilith aparece em O Leão, a Feiticeira e o Guarda-Roupa. O Castor diz às crianças que a Feiticeira Branca é uma descendente de Lilith, que foi a "primeira mulher" de Adão. Isso pode causar confusão, especialmente na mente das crianças. Embora o Castor seja um personagem fictício, ele está falando com autoridade sobre o mundo real — os reais Adão e Eva da Bíblia.


Lewis elogiava Charles Williams e seus livros, de modo que li todos eles. São livros que misturam as trevas e o ocultismo com algumas compreensões sobre o cristianismo. Em The Greater Trumps, o herói é uma mulher santa que passa o tempo fazendo magias com as cartas do tarô.


Williams era tão confuso quanto são seus livros. Ele começou como um sério ocultista. Ele acreditava na teosofia e em outros ensinos ocultistas, e ingressou na Alvorada Dourada, um grupo que pratica a "magia sexual", que é sexo ritual realizado com o propósito de obter poder ocultista. (O notório satanista Aleister Crowley foi membro da Alvorada Dourada.) Williams abandonou a Alvorada Dourada e ingressou na Igreja Anglicana, mas manteve algumas de suas crenças teosóficas.


Lewis também tinha um amigo íntimo chamado Owen Barfield. Ele dedicou os livros de Nárnia a ele e deu o nome de Lúcia a um dos personagens para homenagear a filha de seu amigo. Barfield era um filósofo que se iniciou na teosofia e que criou sua própria versão da teosofia.


De acordo com a teosofia, o Deus da Bíblia é um tirano, e Lúcifer (o Diabo) veio para resgatar a humanidade. Até mesmo essa visão tenebrosa de Deus aparece nos escritos de C. S. Lewis.


Após a morte de Joy, Lewis escreveu A Grief Observed, um livro que descreve seus pensamentos e lutas emocionais em decorrência da morte de sua mulher. A obscura visão teosófica acerca de Deus aparece nesse livro, como mostrado nas seguintes citações:


"Supor que a verdade seja 'Deus sempre faz vivissecção'? [C. S. Lewis, A Grief Observed, Bantam Books, The Seabury Press, 1963, pág. 33].


"É racional crer em um Deus mau? Em um Deus tão mau assim? O Sadista Cósmico, o Imbecil Odioso?" [A Grief Observed, pág. 35].


Lewis não ficou aí. Ele vacilou entre o desespero e a esperança. Mas em seus momentos de agonia e de desespero, a visão teosófica de Deus voltava para aterrorizá-lo.


Há outro problema com C. S. Lewis. Li todos os livros dele e não me lembro de uma passagem em que ele trata as Escrituras como tendo autoridade. Pode ser que ele tenha feito isso, mas se fez, não foi com freqüência suficiente, ou de forma suficientemente clara e enfática para ficar na minha memória. A teologia de Lewis parece estar baseada principalmente no raciocínio humano (incluindo a Teoria da Evolução e a Psicologia Freudiana). Algumas pessoas o chamam de "humanista cristão".
fonte A Espada do Espírito

13 comentários:

www.gloriosojesusblogger disse...

Obrigada pela partilha!Paz.

Newton Carpintero, pr. e servo disse...

Prezamigo paulo Machado,

A paz do Senhor!

Interessante matéria que me faz lembrar o número de vezes que assistí a este filme em que dizem ser 100% cristão: 0%!

Vou repetir: 0%!

Quantas vezes sentí o desejo de não ver o filme: 100%

Imagina o que está sendo preparado e está a caminho.

O Senhor seja contigo!

O menor de todos os menores.

REV. PAULO SERGIO DA SILVA disse...

A paz irmão!
Eu até gosto de ver os filmes inspirados na série de livros do citado autos, como filmes de contos de fadas, tipo Branca de Neve, etc. Um "faz de contas"... Mas sempre me incomodou essas questão de alusões ao ocultismo não disfarçado. Se condenamos Harry Potter, como ficamos diante disso tudo? O homem era crente mesmo??? Já li algo também a respeito de uma fase ruim que ele passou revoltado contra Deus. Todos temos nossos momentos de fraqueza... Mas sempre é bom ficar atento e deixar de lado tudo que possa entristecer nosso querido e amado Senhor, especialmente por sermos o santuário do Seu Espírito. Grande abraço. (Vou publicar, ok?).

"LABAREDAS DE FOGO" disse...

Isabel, a paz do Senhor!

Alguns criticam severamente essa grande vontade que tenho em compartilhar aquilo que entendo como muito importante para a gloria de Jesus! É muito bom, para mim, sua gratidão.

Que Deus lhe abençoe com toda sorte de bençãos nas regiões celestiais!

"LABAREDAS DE FOGO" disse...

Prezamado e amigo pr. Carpintero,

A paz do Senhor!

Exatamente; ou é 100% cristão ou 0% cristão. Não podemos colocar, nem um pouquinho que seja, de qualquer outra coisa que não esteja na bíblia. Pior ainda; que seja contra ou condenada por Ela.

“um pouco de fermento leveda toda a massa!”

Que o Senhor seja conosco!

"LABAREDAS DE FOGO" disse...

Prezamado e amigo pr. Carpintero,

A paz do Senhor!

Exatamente; ou é 100% cristão ou 0% cristão. Não podemos colocar, nem um pouquinho que seja, de qualquer outra coisa que não esteja na bíblia. Pior ainda; que seja contra ou condenada por Ela.

“um pouco de fermento leveda toda a massa!”

Que o Senhor seja conosco!

"LABAREDAS DE FOGO" disse...

Reverendo Paulo Sérgio, a Paz.

Eu também gostava muito; mas depois de ler, em bom número, artigos como esse, fiquei bem decepcionado! E o pior são as crianças que através de C.S. Lewis passam para o mundo de Harry Potter iniciados na feitiçaria e em outros caminhos do ocultismo; isso é terrível!

Muito importante sua afirmação em relação à obra que o Espírito Santo, constantemente, realiza em nossa alma e em nosso espírito. Uma verdadeira faxina!

Ter algo do meu blog, mesmo que por indicação, publicado em seu excelente blog com forte conteúdo bíblico, é mesmo uma honra. Sinta-se em casa. Recebo e retribuo o abraço nessa comunhão que a modernidade nos oferece. É muito bom!

Rogério Rezende disse...

Prezados,
Esclarecimento:
Aslam, não é Cristo para as crianças. Lewis era um escritor infantil e não tinha intenção de converter crianças com suas histórias de Nárnia. Assim como um engenheiro cristão quer converter os não crentes construindo pontes. É preciso tirar esse fardo dos escritores cristãos fazendo-os, obrigatoriamente, escrever livros para pregar o evangelho. Da mesma forma que um pizzaiolo cristão não faz pizza para que incrédulos convertam comendo-as.
A biblia condena a meninice espiritual, vamos ser mais maduros na hora de ler Lewis.
Paz.

disse...

Laba entrevista com Pr. Anselmo Melo lá no blog. Bjs!

"LABAREDAS DE FOGO" disse...

Prezado Rogério Rezende

A paz do Senhor!

Parece que no afã de defender Lewis o senhor não prestou muita atenção no artigo, em momento algum o autor afirma que Lewis era um escritor cristão (Mesmo, tendo ele em outros escritos, tentado ser). querendo converter alguém. Mas sim, ao contrário, um escritor pagão querendo converter a todos, crianças e adultos ao ocultismo. Assim como fez com você, como podemos ler em seu blog. E mais, as suas analogias são totalmente descabidas.

O senhor é mesmo confuso! Gostaria de saber o que, na sua opinião, deveria escrever um escritor cristão? E não me venha dizer que um cristão pode escrever sobre qualquer assunto. Não é disso que estamos falando.

A bíblia não condena a meninice espiritual. Mas sim, que devemos passar essa fase, avançando para a maturidade espiritual. O que a Bíblia condena severamente é a magia, a feitiçaria, os encantamentos.

Para aonde esse filme leva a mente das nossas crianças? Que tipos de atrações fornece para a natureza humana delas e seus apetites emocionais? Quais sugestões deixarão impressões duradouras em suas memórias? Essas são as perguntas que os pais cristãos precisam fazer. E a resposta para todas as três é: O mundo do ocultismo.

Os fãs cristãos de Nárnia podem ter se esquecido de uma importante lição em Gênesis 3: Misturando verdades parciais com uma mentira atraente, a serpente apresentou a Eva uma enganação catastrófica. Sim, existem alusões à verdade nas histórias de Nárnia. Mas existem muitas outras mensagens contrárias, e o contexto geral é pagão, não cristão. Tenha em mente que aquilo que parece verdade torna a enganação mais palatável!

Uma carta de 1961, que C. S. Lewis escreveu para um de seus muitos jovens fãs, pode encerrar esse debate.
"Supondo que realmente houvesse um mundo como Nárnia... e supondo que Cristo quisesse ir a esse mundo e salvá-lo (como fez com o nosso) o que poderia ter acontecido? As histórias são a minha resposta. Como Nárnia é um mundo de animais falantes, acho que ele se tornaria um animal falante ali, como se tornou um homem aqui. Eu o imagino se tornando um leão ali porque: A) o leão é considerado como o rei dos animais; B) Cristo é chamado de 'leão de Judá' na Bíblia... Toda a história de Nárnia é sobre Cristo."
Lewis tem uma impressionante capacidade de trazer os leitores cristãos a novos mundos ou cosmovisões e fazê-los sentir-se à vontade no meio dos rituais pagãos, dos mistérios ocultos e das forças mágicas. Ao fazer isso, ele apresenta visões antibíblicas dos dons mais importantes que Deus nos deu: Sua verdade, justiça, paz, fé e salvação.

"LABAREDAS DE FOGO" disse...

Pô! Rô! vacilei mas uma vez! demorô!

Newton Carpintero, pr. e servo disse...

Prezamigo Paulo Machado,

A paz do Senhor!

Permita-me falar com o irmão Rogério Resende algo sobre a frase copiada abaixo:

"A biblia condena a meninice espiritual, vamos ser mais maduros na hora de ler Lewis."

Perdoe-me, serei bem direto:

A leitura do livro e ou assistir o filme, não é "despermitida".

O que não se deve é permitir, ser pouco maduro e concordar com a falácia de que este é um filme inspirado por Deus. Meu Deus!

Observe com cuidado o texto proposto pelo Paulo Machado e analise novamente as suas considerações. Estas demosntram como a igreja vai mal.

O Senhor possa nos ajudar a vigiar e a orar!

O menor de todos os menores.

Maya Felix disse...

Caro Irmão,

Peço seu apoio para publicar aqui e ajudar a divulgar um texto que está sendo publicado em inúmeros blogs cristãos, defendendo a liberdade de expressão e o direito da existência das escolas e universidades confessionais, recentemente atacadas e chamadas de "homofóbicas" em diversos meios de comunicação, como a Folha de São Paulo. Por favor, leia o manifesto:

http://mayafelix.blogspot.com/2010/11/importante-liberdade-sob-ataque.html

Obrigada,


Maya